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Carnes embutida e Carnes vermelhas causa câncer

 As carnes e o Câncer

Já sabemos que o vegetarianismo seria ideal para qualquer cristão Adventista e que Muitos componentes da alimentação têm sido associados com o processo de desenvolvimento do câncer, principalmente câncer de mama, cólon (intestino grosso) reto, próstata, esôfago e estômago.   Citações de Ellen White: “A carne nunca foi o melhor alimento; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. Os que comem alimentos cárneos mal sabem o que estão ingerindo. Frequentemente, se pudessem ver os animais ainda vivos, e saber que espécie de carne estão comendo, iriam repelir enojados. O povo come continuamente carne cheia de micróbios de tuberculose e câncer. Assim são comunicadas essas e outras doenças” (A Ciência do Bom Viver, página 313).

Um novo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o consumo de carne processada – como bacon, salsichas e presunto – causa câncer.

Segundo o documento, 50 gramas de carne processada por dia. E o equivalente a duas fatias de bacon, aumentam a chance de desenvolver câncer colorretal em 18%.

De forma mais branda, pela falta de provas mais contundentes, a organização também reforçou o alerta em relação à carne vermelha. Dizendo que ela seria “provavelmente cancerígena”. Agora nos nossos dias a ciência revelar que o uso das carnes e carnes processadas tem uma substâncias conhecidas como nitrosaminas. Compostos produzidos a partir de nitritos e aminas – são conhecidas como agentes carcinogênicos e estão presentes, em diferentes concentrações. É em vários gêneros alimentícios, como peixes, frutos do mar, cervejas, queijos e também em carnes vermelhas.

Vale salientar que esses compostos são encontrados também em outros produtos amplamente utilizados em nosso dia a dia. Tais como; Derivados da borracha e do tabaco, pesticidas e cosméticos.

Veja o que o pastor Michelson Borges fala sobre isso:

Alimentação de risco

Alguns tipos de alimentos, se consumidos regularmente durante longos períodos de tempo, parecem fornecer o tipo de ambiente que uma célula cancerosa necessita para crescer, se multiplicar e se disseminar. Esses alimentos devem ser evitados ou ingeridos com moderação. Neste grupo estão incluídos os alimentos ricos em gorduras, tais como carnes vermelhas, frituras, molhos com maionese, leite integral e derivados, bacon, presuntos, salsichas, lingüiças, mortadelas, dentre outros.

Existem também os alimentos que contêm níveis significativos de agentes cancerígenos. Por exemplo, os nitritos e nitratos usados para conservar alguns tipos de alimentos. Como picles, salsichas e outros embutidos e alguns tipos de enlatados, se transformam em nitrosaminas no estômago. As nitrosaminas, que têm ação carcinogênica potente, são responsáveis pelos altos índices de câncer de estômago. Observados em populações que consomem alimentos com estas características de forma abundante e freqüente. Já os defumados e churrascos são impregnados pelo alcatrão proveniente da fumaça do carvão, o mesmo encontrado na fumaça do cigarro e que tem ação carcinogênica conhecida.

Os alimentos preservados em sal, como carne-de-sol, charque e peixes salgados, também estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de estômago em regiões onde é comum o consumo desses alimentos. Antes de comprar alimentos, compare a quantidade de sódio nas tabelas nutricionais dos produtos.

Cuidados ao preparar os alimentos

O tipo de preparo do alimento também influencia no risco de câncer. Tente adicionar menos sal na hora de fazer a comida, aumentando o uso de temperos como azeite, alho, cebola e salsa. A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de até 5 g de sal ou 2 g de sódio por dia, ou seja, o equivalente a uma tampa de caneta cheia. Ao fritar, grelhar ou preparar carnes na brasa a temperaturas muito elevadas, podem ser criados compostos que aumentam o risco de câncer de estômago e colo retal. Por isso, métodos de cozimento que usam baixas temperaturas são escolhas mais saudáveis, como vapor, fervura, poche, ensopado, guisado, cozido ou assado.

Sabemos que, no que diz respeito à ingestão de carne vermelha. Suas variadas formas de preparo podem influir na concentração desses agentes carcinogênicos. Sendo maior em carnes fritas, defumadas e curadas, como também na popular forma de churrasco com utilização de carvão, e menores quando as carnes são cozidas. Além disso, devemos lembrar que a ingestão de gorduras que sempre ocorre quando consumimos carnes vermelhas constitui fator adicional de risco.

É fundamental compreendermos que as neoplasias malignas são processos complexos e multifatoriais. Sendo necessário para a eclosão do processo oncogênico um desequilíbrio do material genético no núcleo da célula. Por meio de mecanismos ainda não totalmente esclarecidos, em indivíduos predispostos biologicamente, sem o que a doença não se desenvolverá.
Portanto, o que devemos valorizar em nossa alimentação para uma vida mais saudável. E não somente em relação à ocorrência de tumores, diz respeito à diversificação do que ingerimos, enfatizando o consumo de frutas, legumes e verduras, assim como a redução de gorduras, evitando-se frituras no preparo dos alimentos.

Como prevenir-se

Algumas mudanças nos nossos hábitos alimentares podem nos ajudar a reduzir os riscos de desenvolvermos câncer. A adoção de uma alimentação saudável contribui não só para a prevenção do câncer, mas também de doenças cardíacas, obesidade e outras enfermidades crônicas como diabetes.

Frutas, verduras, legumes e cereais integrais contêm nutrientes, tais como vitaminas, fibras e outros compostos. Que auxiliam as defesas naturais do corpo a destruírem os carcinógenos antes que eles causem sérios danos às células. Esses tipos de alimentos também podem bloquear ou reverter os estágios iniciais do processo de carcinogênese. E portanto, devem ser consumidos com freqüência. Hoje já está estabelecido que uma alimentação rica nesses alimentos ajuda a diminuir o risco de câncer de pulmão, cólon e reto, estômago, boca, faringe e esôfago. Provavelmente, reduzem também o risco de câncer de mama, bexiga, laringe e pâncreas. E possivelmente o de ovário, endométrio, colo do útero, tireoide, fígado, próstata e rim.

As fibras, apesar de não serem digeridas pelo organismo, ajudam a regularizar o funcionamento do intestino. Reduzindo o tempo de contato de substâncias cancerígenas com a parede do intestino grosso.

A tendência cada vez maior da ingestão de vitaminas em comprimidos não substitui uma boa alimentação. Os nutrientes protetores só funcionam quando consumidos através dos alimentos. O uso de vitaminas e outros nutrientes isolados na forma de suplementos não é recomendável para prevenção do câncer.

Vale a pena frisar que a alimentação saudável somente funcionará como fator protetor, quando adotada constantemente, no decorrer da vida. Neste aspecto devem ser valorizados e incentivados antigos hábitos alimentares do brasileiro, como o uso do arroz com feijão.

(http://www.criacionismo.com.br/2015/10/ciencia-confirma-principios-de-saude.html)

(http://www.grupocoi.com.br/carne-vermelha-causa-cancer/#.Vj4qg_mrTIU)

(http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151026_carne_cancer_oms_fn)

(http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=18)

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