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Operação Carne Fraca; A carne que consumimos no Brasil

O que sera que estamos  colocando em nossas mesa para comermos com nossas famílias? Sera que ao irmos ao açougue estaremos comprando alimentos realmente adequados para nos e para nossos familiares?

a operação carne fraca trás para nos a certeza que o consumo de carnes não é para nós cristãos adventistas. Assim como em setembro de 2015 noticiaram sobre as carnes e o câncer. Que já mostra o quanto faz mal o consumo de carnes e embutidos. E ainda sim muitos de nós ainda consumimos esses produtos.

O que realmente estamos colocando na mesa

Dentre as irregularidades investigadas pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF). Estão a liberação de lotes de carne estragadas, contaminadas com bactérias e com utilização de produtos cancerígenos. A operação é a maior da história da PF e foi deflagrada na manhã desta sexta-feira. Apurando irregularidades na fiscalização de frigoríficos. Em nota, a Polícia Federal informou que aproximadamente 1.100 policiais federais estão cumprindo 309 mandados judiciais, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao esquema. Essa é a maior operação policial da história da PF.

Segundo decisão da justiça, a veterinária da Peccin Industrial Ltda. Empresa envolvida nos casos investigados. Relata “a utilização de carnes estragadas na composição de salsichas e linguiças. A ‘maquiagem’ de carnes estragadas com a substância cancerígena ácido ascórbico, carnes sem rotulagem e sem refrigeração”.

A Polícia Federal também interceptou conversa entre dois integrantes do Ministério da Agricultura falando sobre a transferência de uma fiscal que teria encontrado problemas de infecção com a bactéria Salmonella em lote da empresa Rio Verde e tomava medidas para fechar essa unidade de produção.

(Veja.com)

Nelas, segundo a PF, é possível identificar as práticas ilegais cometidas pelas empresas. Entre produtos químicos e produtos fora da validade, há casos ainda mais “curiosos”, como a inserção de papelão em lotes de frango e de carne de cabeça de porco na linguiça.

A operação envolve grandes empresas, como a BRF Brasil, que controla marcas como Sadia e Perdigão, e também a JBS, que detém Friboi, Seara, Swift, entre outras marcas, mas também frigoríficos menores, como Mastercarnes e Peccin, do Paraná.

(g1.com)

Aviso que já foi dado

Não e de agora que Sabemos que não e mais tempo de comer carne. Uma das fundadoras da Igreja Adventista do Setimo Dia Ellen White a mais de 100 anos já avia nos avisado de que a carne nunca foi o melhor alimento; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as doenças nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. Os que comem alimentos cárneos mal sabem o que estão ingerindo. Freqüentemente, se pudessem ver os animais ainda vivos, e saber que espécie de carne estão comendo, iriam repelir enojados. O povo come continuamente carne cheia de germes de tuberculose e câncer. Assim são comunicadas essas e outras doenças.(A Ciência do Bom Viver, Pag. 313).

Ellen White ainda completa dizendo como os animais são tratados dizendo que é impossível que a carne de qualquer criatura viva seja saudável, quando a imundícia é o seu elemento natural, e quando se alimenta de tudo quanto é detestável. (A Ciência do Bom Viver, Pag. 314)

Muitas vezes são levados ao mercado e vendidos para alimento animais que se acham tão doentes que os donos receiam conservá-los por mais tempo. E alguns dos processos de engorda para venda produzem enfermidade. Excluídos da luz e do ar puro, respirando a atmosfera de imundos estábulos, engordando talvez com alimentos deteriorados, todo o organismo se acha contaminado com matéria imunda. (A Ciência do Bom Viver, Pag. 314)

Os animais são muitas vezes transportados a longas distâncias e sujeitos a grandes sofrimentos para chegar ao mercado. Tirados dos verdes pastos e viajando por fatigantes quilômetros sobre cálidos e poentos caminhos, ou aglomerados em carros sujos, febris e exaustos, muitas vezes privados por muitas horas de alimento e água, as pobres criaturas são conduzidas para a morte a fim de que seres humanos se banqueteiem com seu cadáver. (A Ciência do Bom Viver, Pag. 314)

E o que fazer?

Quando os que conhecem a verdade tomarão atitude ao lado dos princípios corretos para o tempo e a eternidade? Quando serão fiéis aos princípios da reforma de saúde? Quando aprenderão que é perigoso usar alimentos cárneos? Estou instruída a dizer que, se em algum tempo foi seguro comer carne, não o é agora” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 384).

A Sra. White já dizia, inclusive, que a carne contém elementos cancerígenos – isso que no tempo dela os animais viviam livres, comendo basicamente pasto. Os anos passaram e hoje existem inúmeros estudos que comprovam cientificamente os malefícios da dieta cárnea. Destaque para as pesquisas da Universidade de Loma Linda, na Califórnia, e o Estudo Advento, da USP.

Neste mundo de alta produção e alto consumo, com preocupação excessiva com a lucratividade, com fiscalizações ineficientes, o que garante a boa procedência de produtos perecíveis e altamente contamináveis como a carne? Quem quiser continuar comendo é por sua conta e risco.

 

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